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Alem de ter completado minhas 29 semanas tbm fui tomar minha vacina AntiRH (ou Rhogan, Matergan, Partogan, etcs). Te falar que foi foda! Eu odeio vacina, e agora só pode tomar vacina no bumbum! Nada mais de vacina no braço pq pode dar necrose :(

Mas a gente faz tudo pelos filhos né? tomei! A enfermeira do Hospital Santa Catarina era super mão leve e não doeu mto não! Mas fiquei tensa, odeio vacina :(

Agora vcs devem estar se perguntando “pq raios vc teve que tomar essa vacina?” ou “meu GO não pediu essa vacina e agora?”
CALMACARA! Eu só tive que tomar essa vacina pq meu sangue é A- e o do meu marido é A+, gestantes com o fator do sangue – (negativo) tem um acompanhamento médico diferenciado, pq o bebê pode ter o sangue com fator + (positivo) e ai tem uma pequena chance de dar algum problema como parto prematuro, expulsão do feto e  etcs.

Fuçando no Dr.Google achei um site que explica muito bem sobre isso, então vou colar o que eles falam sobre isso aqui, caso queiram ver a materia original aqui o link

IMUNOGLOBULINA ANTI-RH(D)

O que acontece na gestação da mulher Rh negativo?

Muitos casais têm dúvidas sobre esse assunto. Por isso, preparamos este informativo (Baxter BioScience). Quanto mais pessoas estiverem informadas, maior será o sucesso da prevenção das consequências da incompatibilidade sanguínea na gestação.

Leia e Converse sobre esse assunto com amigos e familiares. Converse também com seu médico, ele é o profissional capacitado para diagnosticar o problema.

As informações tem caráter informativo, não devendo ser interpretado como substituto para uma consulta co seu médico.

CAMPANHA DE PREVENÇÃO DA DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO

O que significa Rh negativo?

Rh é um elemento que faz parte do sangue da maioria das pessoas. Mas há pessoas que não possuem esse elemento, o que não é uma doença, simplesmente uma característica pessoal. Nesse caso, o exame de sangue resulta Rh negativo. Uma pessoa pode ter qualquer tipo sanguíneo (por exemplo: A, B, AB, O) e ser Rh positivo (+) ou Rh negativo (-).

Essa caracterisitca passa de pais para os filhos?

Sim, por isso, uma mulher Rh-, casada com um homem Rh+, pode ter um bebê Rh+. Nesse caso, o sangue do bebê apresenta um elemento (o fator Rh) que o organismo da mãe não possui, caracterizando uma incompatibilidade sanguínea entre a gestante e o feto.

Quais são as consequências da incompatibilidade sangüínea?

Somente quando o sangue Rh- da gestante entra em contato com sangue Rh+ é que poderá haver consequências. Se isso acontecer, o sistema imunológico da mulher irá produzir anticorpos contra o fator Rh do feto, reconhecido como um invasor. Esses anticorpos, durante a gestação, atravessam a placenta e destroem as células sanguíneas do futuro bebê, podendo causar a doença hemolítica do recém-nascido. O bebê pode desenvolver anemia grave, icterícia ou pode nascer morto.

A doença hemolítica do recém-nascido pode ocorrer na primeira gestação?

A mulher Rh- que recebeu transfusão de sangue no passado ou usou drogas injetáveis, compartilhando seringas com outros usuários, pode apresentar os anticorpos contra o fator Rh, com risco de bebê apresentar a doença hemolítica já na primeira gestação. É importante lembrar que o aborto, mesmo precoce, também pode provocar a produção destes anticorpos, colocando em risco a próxima gestação.

Como ocorre o contato do sangue da gestante com o do bebê em gestação?

As circulações sanguíneas do feto e da gestante são separadas e independentes, mas é comum ocorrer pequenas hemorragias (sangramentos) durante a gravidez, colocando o sangue do bebê em contato com o da mãe. Durante o parto, esse contato também ocorre. Quando há o contato e a produção dos anticorpos, diz-se que houve a sensibilização da mulher Rh-. Uma vez sensibilizada, ela passará a ter para sempre em seu sangue os anticorpos contra o fator Rh. A sensibilização é irreversível, mas pode ser evitada.

Como prevenir a doença hemolítica do recém-nascido?

Para prevenir essa doença a gestante deve tomar a imunoglobulina anti-Rh ou anti-D (popularmente conhecida como “vacina” anti-Rh ou anti-D) que é aplicada na 28ª semana de gestação (entre o 6º e o 7 mês) e também em até 72 horas após o parto. Esse medicamento bloqueia a produção dos anticorpos anti-Rh (anti-D), evitando a sensibilizaçã da mãe.

A imunoglobulina anti-D é uma vacina?

Apesar de ser um pequena injeção, ela não é propriamente uma vacina. As vacinas induzem o organismo a criar anticorpos contra as doenças, enquanto as imunoglobulinas já contêm anticorpos prontos. Por isso, a proteção das imunoglobulinas é de curta duração. Assim que o organismo as elimina cessa seu efeito, sendo necessária sua aplicação toda vez que houver risco de sensibilização.

Quanto tempo dura a proteção da imunoglobulina anti-D?

Diferente da vacina verdadeira, a duração do efeito da imunoglobulina anti-D não é para a vida toda. A proteção chega a durar 12 semanas, por isso, a mulher Rh- pode necessitar recebê-la em diversas oportunidades, conforme o médico identificar risco de sensibilização ao fator Rh.

É possível saber se o feto é Rh+?

Em geral, só iremos conhecer se o bebê é Rh positivo ou negativo após o parto. Por isso, toda a mulher Rh negativo deve procurar o seu médico para receber a proteção da imunoglobulina anti-D.

A imunoglobulina anti-D é eficaz se a mulher Rh negativo já foi sensibilizada, por exemplo, numa transfusão de sangue anterior ou no caso de um aborto anterior onde não foi feita a prevenção adequada?

Não. A imunização anti-D só tem eficácia na prevenção, ou seja, antes da sensibilização ocorrer. Depois disso, só podemos contar com o tratamento da doença hemolítica por médicos especializados. Por isso, estar bem informada, conversar com o seu médico e alertar outras mulheres são as melhores atitudes na prevenção da doença hemolítica do recém-nascido.

As clínicas de vacinação têm a imunoglobulina anti-D

Sim, algumas clínicas de vacinação estão capacitadas para aplicar a imunoglolina anti-D, sempre com a necessária prescrição médica.

Muita saúde e felicidades para você e para seu bebê

Material elaborado com assessoria de:

Dr. Marcos Consonni
Prof. Assistente do Depto. de Ginecologia e Obstetrícia
Responsável pelo Setor de Ultra-sonografia e Medicina Fetal

FACULDADE DE MEDICINA DE BOTICATU – UNESP

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